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Pagando o PatoTerça-feira, Março 04, 2008CartãoQuinta-feira, Fevereiro 28, 2008Caderno de estudosSegunda-feira, Fevereiro 25, 2008Velta 35 anos!!Sexta-feira, Janeiro 18, 2008![]() Velta comemora 35 anos HOJE
Hoje, 18 de janeiro de 2008, está sendo lançada virtualmente a edição 35 Anos de Velta , comemorando o 35º aniversário da personagem criada por Emir Ribeiro. Emir Ribeiro iniciou sua carreira nos quadrinhos bem cedo. Aos 14 anos de idade, em 1973, criou a personagem Velta. Em 1975, aos 16 anos, começou a publicar profissionalmente seus personagens e séries em jornais da Paraíba, como o índio Itabira, a História da Paraíba em Quadrinhos, a andróide Nova, além de Velta. Produziu dois filmes, O Desconhecido Homem de Preto e A Volta do Homem de Preto. No panorama internacional, trabalhou como desenhista e arte-finalista de personagens estrangeiros muito conhecidos. Entre seus trabalhos mais recentes, figuram o álbum VELTA CONTRA O DEVORADOR (Opera Graphica, 2002), VELTA formatinho (Editora Escala, 2002), o livro HISTÓRIA DA PARAÍBA EM QUADRINHOS (independente, 2003, reunindo o material iniciado em 1975 nos jornais e revistas), o álbum 30 ANOS DE VELTA (Opera Graphica, 2003), e o mais recente e todo colorido VELTA - NOVA IDENTIDADE PARAIBANA (independente, 2007). Poster 03Sexta-feira, Dezembro 21, 2007Poster finalizado!!Quarta-feira, Outubro 24, 2007![]()
O poster aprovado e finalizado com a parte gráfica . Estou postando aqui uma entrevista que o desenhista Marcatti concedeu ao site Rockpress . Muito boa! Retirada do Rockpress - http://www.rockpress.com.br Marcatti é um quadrinista que começou no underground paulista, produzindo e distribuindo seus próprios gibis. Nesta entrevista ele fala de sua trajetória, Ratos de Porão, técnicas e inspiração, Eça de Queiroz, Frauzio, distribuição nacional, até a produção de guitarras (!). Por Flávio DeAlmeida Entrevista MARCATTI Flávio DeAlmeida Marcatti, faça um breve resumo de como começou a sua carreira de quadrinista. Comecei muito cedo. Aos 13 anos já criava personagens e histórias completas. Mas só fui publicar pela primeira vez na revista Papagaio Nº 1, de 1977. Era uma revista feita pelos alunos do Colégio Equipe, aqui de São Paulo. Eu não estudei lá... Era um "penetra" mesmo... Quais as suas maiores influências? Os desenhistas que mais me influenciaram foram Gilbert Shelton (Freak Brothers) e Basil Wolverton. Mais tarde, comecei a me inspirar no desenhista britânico Hunt Emerson. Hoje, passo boa parte do meu tempo livre admirando os desenhos e técnicas de traço do Giorgio Cavazano. No que se refere a textos, condução de histórias etc, minhas influências vão de René Goscinny (Asterix) a escritores como Henry Miller, Hermann Hesse, e sempre fui grande admirador do cinema americano dos anos 50 como Alfred Hitchcock, Billy Wilder, John Houston... No começo dos anos 80, que foi quando conheci o seu trabalho, você fazia revistas independentes de quadrinhos. Conte como foi essa fase e os títulos das revistas que você produziu.
Mais tarde, comecei a lançar revistas que tinham equipes montadas e que através da junção dos perfis de cada autor, formavam o espírito da revista. Primeiro foi a Cupim (durou apenas uma edição) e tinha trabalhos de Ricardo Silva, meus Irineu Paulini e Vanderlei Mendonça. Depois veio a Pântano (também uma única edição), com trabalhos de Bira Dantas, Marcio Baraldi e meus. Mas também lancei revistas inteiramente de outros autores como O Outro Menino Do Rio, de Xalberto, Valeta, de Ricardo Silva, Over 12 e Solúvel, de Lourenço Mutarelli. Como é o seu processo de trabalho?
Pode detalhar essa técnica pra gente? Acho, no mínimo, curiosa.
Essa linha é a grande bobagem da "filosofia de vida" de qualquer indivíduo: "Um dia vou encostar o burro na sombra e viver de brisa." Isso não existe. Todo e qualquer fato, por mais simples e aparentemente sem importância, está ligado a outro igual. Todo fato exige uma decisão, uma postura, uma intervenção - uma atitude. E toda atitude gera uma conseqüência e um desdobramento. Assim, a tal linha reta sofre um desvio que tende a ser outra linha reta, mas suscetível a uma outra ruptura e seu desvio. São esses desvios, rupturas e desdobramentos que corrompem nossas emoções.
Você também fez capas de discos do Ratos do Porão e também umas revistas de quadrinhos. Quando e como se deu esse encontro?
O número 1 foi editado e distribuído por mim. As revistas eram colocadas em várias lojas na famosa Galeria do Rock em São Paulo. Toda a semana eu ia de loja em loja reabastecer os estoques. Em pouco mais de três meses, toda a tiragem de 3 mil exemplares se esgotou. Veio então a proposta de lançá-la nacionalmente através da Editora Nova Sampa. O número 2 teve um relativo sucesso e poderia muito bem ter continuado se não tivessem ocorrido vários problemas com a editora. De qualquer modo, fica a recordação de um trabalho muito positivo com um parceiro muito profissional - o João Gordo. Fale sobre o projeto do livro que você fez para a Conrad, A Relíquia, uma adaptação da obra de Eça de Queiroz.
Você trabalha sozinho ou trabalha com assistentes?
Como foi a sua experiência com o Fráuzio, que primeiro saiu por uma editora grande, a Escala, e que depois você resolveu bancar em uma publicação independente?
Você acha que hoje é viável esse processo de revistas independentes?
E como é que foi o Fráuzio independente, depois que ele parou de sair pela Editora Escala?
Os editores e seus ineptos, displicentes e irresponsáveis distribuidores não estão entre os que sabem ou que procuram saber. Só vendem o que está vendendo. Criaram uma aberração que está engolindo a si mesmo chamada de distribuição em bancas. São sempre números estratosféricos que regem os parâmetros usados quando se decidem as edições. Jamais valores concretos e coerentes. O Fráuzio vendia em torno de 3 mil exemplares por mês. Com essa venda, eu não faria mais nada na vida a não ser desenhar o Fráuzio! Ganharia um bom dinheiro e viveria feliz e concentrado em fazer o que mais gosto. Isso, se não fosse necessário imprimir 35 mil exemplares de cada edição. A distribuição no Brasil não é regionalizada muito menos racional. O enorme complexo editorial brasileiro acaba no gargalo das mais de 65 mil bancas espalhadas no país. Exceto por raras e honrosas exceções, esses minúsculos, desorganizados e despreparados pontos de venda são a única forma de escoar nossa produção editorial. Imagine a Unilever, a Nestlé, a Coca-Cola atuando num país cujo comércio dependesse exclusivamente de camelôs. Há algum novo projeto de álbum em vista?
Quais são os autores que você gostaria de adaptar para quadrinhos?
Essas guitarras que você está lançando com os seus desenhos - você também fabrica a guitarra? Como além de desenhista de quadrinhos você virou fabricante de guitarras?
Dou preferência ao trabalho personalizado e colocar meus desenhos nelas é mais um recurso que ofereço para deixá-las como peças únicas. O engraçado é que faço guitarras há anos e nunca havia vinculado meu trabalho de quadrinhos com as guitarras. Foi o Mateus, meu sobrinho, que inspirou a idéia. Ele teve a idéia de pintar as minhas pin-ups em sua moto. Como fazia anos que eu não mexia em aerografia, decidi pintar meus desenhos em um corpo de guitarra para desenferrujar o aerógrafo e ver se eu ainda sabia usá-lo. Vale a pena visitar o site do Marcatti em www.marcatti.com.br Poster Forrólloween 2007 - EUASegunda-feira, Outubro 22, 2007Poster - EUASábado, Outubro 06, 2007Os Bastidores de uma HQ 02Terça-feira, Outubro 02, 2007 Mais uma parte de uma das páginas da nova HQ da Família Cinturão Verde. Uma notícia legal. Meu amigo Cedraz. teve divulgado no portal e também acho que no programa de tv apresentado pela Xuxa o seu site Turma do Xaxado e isso aumentou muito o acesso a sua página na rede. Para conhecer um pouco mais desses personagens acesse os atalhos abaixo; http://fotolog.terra.com.br/xaxado E a divulgação na Xuxa Os Bastidores de uma HQSexta-feira, Setembro 21, 2007Luz por MarkSegunda-feira, Junho 11, 2007Meu amigo Mark Barbosa é o autor desse belo desenho. O personagem acima é o Luz Vermelha é de minha autoria ( Evandro Molina ) e o Mark como um bom amigo e de uma grande gentileza me presenteou com essa ilustração. Agora fiquei em grande dívida com o Mark, fico devendo uma ilustração pra ele tembém. Quem quiser conhercer mais trabalhos do Mark pode viistar o seu blog http://estudiomark.blogspot.com/ Obrigado a todos que aqui visitam. Família Cinturão Verde 04Sexta-feira, Junho 01, 2007![]() Já estou produzindo a nova HQ da revistinha número 04 da revista Família Cinturão Verde. A revistinha que sempre aborda temas ligado a ecologia e meio ambiente é distribuida nas escolas de Cianorte no Paraná. Por enquanto estamos produzindo uma por ano mas a meta é produzir mais de uma edição por ano. Vou postar aqui algumas etapas da produção, esse dois quadros acima fazem parte da Primeira página. Com roteiros de Mauro Oliveira, adaptação, desenhos, cores e arte-final por Evandro Molina. Obrigado pela visita! ProjetosSexta-feira, Abril 20, 2007Revista CinturãoSegunda-feira, Novembro 27, 2006![]() Os alunos do Ensino Fundamental (1ª a 4ª séries) na cidade de Cianorte no Paraná receberam a 3ª Edição da Revista "Família Cinturão Verde" - Aprendendo com a Natureza. Uma história educativa em forma de gibi ressalta a cidadania e a educação ambiental. Um gibi divertido onde as crianças aprendem brincando, noções de preservação e cuidados com o meio ambiente, enfocando o Parque Municipal Cinturão Verde que circunda a cidade de Cianorte. Os personagens foram criados pelo desenhista Evandro Molina com a parceria do Professor e Escritor Mauro de Oliveira. Desenhos, cores e adaptação para os quadrinhos de Evandro Molina Argumentos, Mauro de Oliveira Letra ( balões) e arte gráfica de Silvio Noronha Com tiragem de 10 mil exemplares a cores. |
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