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Pagando o Pato

Terça-feira, Março 04, 2008

Apagando alguns arquivos no computador encontrei esse Pato que se não me engano, fiz para o meu amigo Mark.
Valeu!

Cartão

Quinta-feira, Fevereiro 28, 2008


Jogo rápido esse desenho.
Era para ser um pintor, mas depois houve a mudança para restaurador, então, improvisei uma marreta no Corel Draw!

Caderno de estudos

Segunda-feira, Fevereiro 25, 2008


Adotei um pequeno caderno de desenho onde venho fazendo estudos de personagens meu e outros. O legal é que estou usando simplesmente uma caneta esferográfica preta ( Tipo Bic) para rascunhar livremente pelo papel. Esses desenhos são feitos de modo rápido.

No desenho acima, um palhacinho!

Velta 35 anos!!

Sexta-feira, Janeiro 18, 2008




Velta comemora 35 anos HOJE

Hoje, 18 de janeiro de 2008, está sendo lançada virtualmente a edição 35 Anos de Velta , comemorando o 35º aniversário da personagem criada por Emir Ribeiro.

A edição vem com duas histórias. Ambientada nos anos 60, 7 É Demais , tem roteiros de R.F. Lucchetti. Na trama, Velta combate um perigoso mafioso, durante o período da ditadura militar. A detetive se infiltra, disfarçada, entre os empregados do mafioso, a fim de colher provas contra ele. A história, em preto e branco com tons de cinza, é dividida em quatro partes, com 72 páginas no total.
Completa a edição a história O Dia da Independência, com 24 páginas, onde alguns segredos de Kátia são descobertos e ocorrem duas emocionantes discussões com Gilberto Gomes e com o razinza Joel, pai de Kátia. A história continua os eventos iniciados em Velta – Nova Identidade Paraibana, lançada no ano passado.

35 Anos de Velta tem 96 páginas no total, e vem com duas capas, uma desenhada por Emir Ribeiro, e outra pelo estreante Vítor Alerto Lima. A partir de hoje, 18 de janeiro, a edição poderá ser adquirida por R$ 14,00 (frete incluso). A promoção se mantém até dia 31 de março, quando o preço passa para R$ 17,00. Para adquirir, entre em contato com Emir Ribeiro pelos endereços eletrônicos: emir_ribeirojp@yahoo.com.br ou emir.ribeiro@gmail.com

Pelo correio físico, escreva para:
Caixa Postal 10.001
Acf. Jaguaribe
cep: 58015-970 - João Pessoa, PB

Emir Ribeiro iniciou sua carreira nos quadrinhos bem cedo. Aos 14 anos de idade, em 1973, criou a personagem Velta. Em 1975, aos 16 anos, começou a publicar profissionalmente seus personagens e séries em jornais da Paraíba, como o índio Itabira, a História da Paraíba em Quadrinhos, a andróide Nova, além de Velta. Produziu dois filmes, O Desconhecido Homem de Preto e A Volta do Homem de Preto. No panorama internacional, trabalhou como desenhista e arte-finalista de personagens estrangeiros muito conhecidos. Entre seus trabalhos mais recentes, figuram o álbum VELTA CONTRA O DEVORADOR (Opera Graphica, 2002), VELTA formatinho (Editora Escala, 2002), o livro HISTÓRIA DA PARAÍBA EM QUADRINHOS (independente, 2003, reunindo o material iniciado em 1975 nos jornais e revistas), o álbum 30 ANOS DE VELTA (Opera Graphica, 2003), e o mais recente e todo colorido VELTA - NOVA IDENTIDADE PARAIBANA (independente, 2007).

Poster 03

Sexta-feira, Dezembro 21, 2007


Mais um poster.
Técnica usada: Lapiseira 07, Caneta Nanquim sobre papel Cason.
Cores e letras, fotos, recortes e demais efeitos no Photoshop.

Poster finalizado!!

Quarta-feira, Outubro 24, 2007

O poster aprovado e finalizado com a parte gráfica .

Estou postando aqui uma entrevista que o desenhista Marcatti concedeu ao site

Rockpress . Muito boa!

Retirada do Rockpress - http://www.rockpress.com.br

Marcatti é um quadrinista que começou no underground paulista, produzindo e distribuindo seus próprios gibis. Nesta entrevista ele fala de sua trajetória, Ratos de Porão, técnicas e inspiração, Eça de Queiroz, Frauzio, distribuição nacional, até a produção de guitarras (!). Por Flávio DeAlmeida

Entrevista

MARCATTI

Flávio DeAlmeida

Marcatti, faça um breve resumo de como começou a sua carreira de quadrinista.

Comecei muito cedo. Aos 13 anos já criava personagens e histórias completas. Mas só fui publicar pela primeira vez na revista Papagaio Nº 1, de 1977. Era uma revista feita pelos alunos do Colégio Equipe, aqui de São Paulo. Eu não estudei lá... Era um "penetra" mesmo...

Quais as suas maiores influências?

Os desenhistas que mais me influenciaram foram Gilbert Shelton (Freak Brothers) e Basil Wolverton. Mais tarde, comecei a me inspirar no desenhista britânico Hunt Emerson. Hoje, passo boa parte do meu tempo livre admirando os desenhos e técnicas de traço do Giorgio Cavazano. No que se refere a textos, condução de histórias etc, minhas influências vão de René Goscinny (Asterix) a escritores como Henry Miller, Hermann Hesse, e sempre fui grande admirador do cinema americano dos anos 50 como Alfred Hitchcock, Billy Wilder, John Houston...

No começo dos anos 80, que foi quando conheci o seu trabalho, você fazia revistas independentes de quadrinhos. Conte como foi essa fase e os títulos das revistas que você produziu.


Em 1980, comprei uma impressora offset pequena (Rex Rotary 1501) e passei a imprimir minhas próprias revistas. Tinham tiragens de 500 ou, eventualmente, mil exemplares. Mas em 1993, ela definitivamente morreu! Tive de me desfazer dela pois não tinha dinheiro para restaurá-la. Nesse período, acabei lançando mais de 30 revistas com vários títulos diferentes. A Lôdo chegou até o Nº 10 e era uma revista que tinha somente HQs minhas. A Refugo, que durou quatro números, era uma revista aberta a colaboradores diversos no espírito das revistas coletivas do final da década de 70. Na Refugo, foram publicadas HQs minhas, de Jal, Vilachã, Xalberto, Spacca, Vanderlei Mendonça, Irineu Paulini, Edson Luis e muitos outros.

Mais tarde, comecei a lançar revistas que tinham equipes montadas e que através da junção dos perfis de cada autor, formavam o espírito da revista. Primeiro foi a Cupim (durou apenas uma edição) e tinha trabalhos de Ricardo Silva, meus Irineu Paulini e Vanderlei Mendonça. Depois veio a Pântano (também uma única edição), com trabalhos de Bira Dantas, Marcio Baraldi e meus. Mas também lancei revistas inteiramente de outros autores como O Outro Menino Do Rio, de Xalberto, Valeta, de Ricardo Silva, Over 12 e Solúvel, de Lourenço Mutarelli.

Como é o seu processo de trabalho?


Extremamente mecânico, racional e burocrático! Desenvolvi uma técnica de criação de argumento que não depende de "inspiração" ou dependente de qualquer outro estado de espírito. Sento e decido, primeiro, quantas páginas terá a HQ, a hora limite para terminar o roteiro e, só então, bolo a história. Assim mesmo... Do nada.

Pode detalhar essa técnica pra gente? Acho, no mínimo, curiosa.


Desde que comecei a fazer quadrinhos, tinha uma paranóia em mente: "e se a inspiração acabar?"... "será que a fonte pode secar?"... Premido pela minha própria exigência em sempre fazer uma HQ atrás da outra, não posso me dar ao luxo de "não estar inspirado...". Acabei por desenvolver uma técnica muito simples. Abro o dicionário em uma página qualquer. Baseado no simples acaso, escolho uma palavra, um substantivo, um verbo... Anoto em uma folha de papel e começo uma enorme bateria de perguntas. O quê é? Como foi parar lá? O quê essa palavra tem a ver com qualquer evento. Depois traço uma linha reta no papel.

Essa linha é a grande bobagem da "filosofia de vida" de qualquer indivíduo: "Um dia vou encostar o burro na sombra e viver de brisa." Isso não existe. Todo e qualquer fato, por mais simples e aparentemente sem importância, está ligado a outro igual. Todo fato exige uma decisão, uma postura, uma intervenção - uma atitude. E toda atitude gera uma conseqüência e um desdobramento. Assim, a tal linha reta sofre um desvio que tende a ser outra linha reta, mas suscetível a uma outra ruptura e seu desvio. São esses desvios, rupturas e desdobramentos que corrompem nossas emoções.


Quando pego uma palavra ao acaso, insiro-a em uma rotina e, logo em seguida, quebro essa rotina com revéses que, com naturalidade surpreendente, alimentam novas e intermináveis ações. Falando assim, parece mais complicado do que de fato é. Mas é extraordinariamente fácil! Veja um exemplo. Pegue a palavra "torneira". Pergunte: de quem é a torneira? Onde está a torneira? O que há com a torneira? Opa! Já induz a uma ação! Uma torneira é um objeto ordinário que foi inventado para "soltar" e "prender" água. Mas a última pergunta induz a uma irregularidade. Está entupida, vazando, espirrando merda, ligada na energia elétrica com defeito... A quebra de rotina inspira novas perguntas... E o dono da torneira? O que fará a respeito da resposta da pergunta anterior? Simples assim... Não existem rotinas! Se existissem, os filmes, os livros, as HQs e nossa vida não teria a menor emoção!

Você também fez capas de discos do Ratos do Porão e também umas revistas de quadrinhos. Quando e como se deu esse encontro?


Em 1989, o João Gordo me procurou para fazar a capa do disco Brasil, pela gravadora Eldorado. Durante os longos e produtivos bate papos sobre as idéias para capa e contracapa, conheci o lado profissional e extraordinariamente lúcido do João Gordo. No ano seguinte, ele me procurou mais uma vez, desta vez para fazer a capa do Anarkophobia. Gostei bastante de ter trabalhado com ele e tive a idéia de desenvolver a revista em quadrinhos do Ratos. Os temas ou roteiros partiram do João Gordo e as duas edições tiveram apoio da gravadora e da Vision Street Wear, que na época patrocinava a banda.

O número 1 foi editado e distribuído por mim. As revistas eram colocadas em várias lojas na famosa Galeria do Rock em São Paulo. Toda a semana eu ia de loja em loja reabastecer os estoques. Em pouco mais de três meses, toda a tiragem de 3 mil exemplares se esgotou. Veio então a proposta de lançá-la nacionalmente através da Editora Nova Sampa. O número 2 teve um relativo sucesso e poderia muito bem ter continuado se não tivessem ocorrido vários problemas com a editora. De qualquer modo, fica a recordação de um trabalho muito positivo com um parceiro muito profissional - o João Gordo.

Fale sobre o projeto do livro que você fez para a Conrad, A Relíquia, uma adaptação da obra de Eça de Queiroz.


Em março de 2005, logo depois do lançamento da Mariposa, falei para o pessoal da Conrad que queria adaptar uma obra da literatura para os quadrinhos. Mas não era Eça de Queiroz! Afinal eu jamais havia lido um livro dele. Foi sugestão do Alexandre Linares (editor) a obra A Relíquia. Fiquei fascinado, quando li! O melhor de toda essa experiência, foi o aprendizado. A forma como o Eça constrói suas personagens e desenvolve as tramas é muito inspiradora. Eu espero que daqui para diante eu comece a fazer direito (rs)!!!

Você trabalha sozinho ou trabalha com assistentes?


Eu sempre trabalho cercado de credores! Fazer as merdas que eu faço já basta um... Seria muito cruel com a humanidade se mais alguém me ajudasse. Falando sério, eu trabalho sozinho, mas não tem um quadrinho ou linha de roteiro que eu não mostre para a Tata (esposa) ou meus filhos que sempre opinam sobre o que eu faço.

Como foi a sua experiência com o Fráuzio, que primeiro saiu por uma editora grande, a Escala, e que depois você resolveu bancar em uma publicação independente?


Eu nunca havia criado uma personagem de fato. Entre tantas coisas muito positivas, o que gosto de destacar é como um desenho, na forma de personagem, adquiriu vida própria e, literalmente, passou a fazer parte da minha vida. É como se o Frauzio fosse uma pessoa de fato. Tanto é que, agora que estou fazendo uma nova aventura dele e por ter ficado mais de três anos sem fazer uma HQ dele, deu-me todas as sensações que costumamos a sentir com pessoas reais: saudade, reencontro... Só faltou perguntar-lhe o que andou fazendo nesse período...

Você acha que hoje é viável esse processo de revistas independentes?


Sim. Não vejo - como nunca vi - viabilidade econômica em ser independente. Pelo menos enquanto a distribuição de livros e revistas permanecer como é hoje. Mas a produção independente é a melhor forma do autor exercitar, amadurecer e promover seu trabalho. Além disso, tenho acompanhado algumas novidades tecnológicas do mercado que podem tornar muito mais barata a produção de revistas independentes. Pelo menos ninguém mais vai precisar comprar uma offset!

E como é que foi o Fráuzio independente, depois que ele parou de sair pela Editora Escala?


A experiência do Frauzio pela Escala me mostrou muita coisa da qual não tinha me dado conta. A mais notável é que o Brasil é imensamente grande e diversificado para concentrar os quadrinhos (e tudo mais) a poucos e superficiais nichos. Basta olhar uma banca de jornais e revistas para ver que praticamente inexistem quadrinhos de humor para jovens e adultos. A imensa maioria das cartas que recebi vinham de não leitores assíduos de quadrinhos, mas que esperavam por algo diferente. O Frauzio não é e nunca foi uma revolução. Todos nós que fazemos HQ sabemos de cor uma lista enorme de personagens ou HQs muito similares. Mas, procure por qualquer um desses na banca ou livraria mais próxima...

Os editores e seus ineptos, displicentes e irresponsáveis distribuidores não estão entre os que sabem ou que procuram saber. Só vendem o que está vendendo. Criaram uma aberração que está engolindo a si mesmo chamada de distribuição em bancas. São sempre números estratosféricos que regem os parâmetros usados quando se decidem as edições. Jamais valores concretos e coerentes. O Fráuzio vendia em torno de 3 mil exemplares por mês. Com essa venda, eu não faria mais nada na vida a não ser desenhar o Fráuzio! Ganharia um bom dinheiro e viveria feliz e concentrado em fazer o que mais gosto. Isso, se não fosse necessário imprimir 35 mil exemplares de cada edição.

A distribuição no Brasil não é regionalizada muito menos racional. O enorme complexo editorial brasileiro acaba no gargalo das mais de 65 mil bancas espalhadas no país. Exceto por raras e honrosas exceções, esses minúsculos, desorganizados e despreparados pontos de venda são a única forma de escoar nossa produção editorial. Imagine a Unilever, a Nestlé, a Coca-Cola atuando num país cujo comércio dependesse exclusivamente de camelôs.

Há algum novo projeto de álbum em vista?


A Conrad está estudando a viabilidade de lançar um livro com todas as HQs de Frauzio. Talvez para o princípio de 2008. Seria um livro com mais de 300 páginas (as 298 já criadas e publicadas mais uma inédita de 48 que estou produzindo neste momento). Também estou estudando uma nova adaptação literária, mas ainda não escolhi o livro nem o autor.

Quais são os autores que você gostaria de adaptar para quadrinhos?


Tenho pensado em Hermann Hesse, Vitor Hugo, Álvarez de Azevedo, Gregório de Matos, Plínio Marcos e, talvez, Henry Miller.

Essas guitarras que você está lançando com os seus desenhos - você também fabrica a guitarra? Como além de desenhista de quadrinhos você virou fabricante de guitarras?


Desde 91 eu cismei de construir guitarras. Era um sonho de infância mesmo. Em 76 eu já tinha tentado fazer uma guitarra para mim, mas, aos quinze anos, sem conhecimento ou ferramentas, esse sonho se adiou até que meti a cara, comprei algumas ferramentas, um pequeno lote de madeiras e aprendi na tentativa e erro. Nos primeiros momentos, acabei atraindo a atenção de amigos músicos que começaram a me dar dicas e alguma literatura a respeito. Eu faço sob encomenda e não tenho a intenção de "fabricar" guitarras.

Dou preferência ao trabalho personalizado e colocar meus desenhos nelas é mais um recurso que ofereço para deixá-las como peças únicas. O engraçado é que faço guitarras há anos e nunca havia vinculado meu trabalho de quadrinhos com as guitarras. Foi o Mateus, meu sobrinho, que inspirou a idéia. Ele teve a idéia de pintar as minhas pin-ups em sua moto. Como fazia anos que eu não mexia em aerografia, decidi pintar meus desenhos em um corpo de guitarra para desenferrujar o aerógrafo e ver se eu ainda sabia usá-lo.

Vale a pena visitar o site do Marcatti em www.marcatti.com.br

Poster Forrólloween 2007 - EUA

Segunda-feira, Outubro 22, 2007


Mai uma ilustraçào para cartaz. Depois posto ele pronto.
Obrigado a todos que aqui visitam!

Poster - EUA

Sábado, Outubro 06, 2007



Esse trabalho acima foi feito para uma casa de eventos nos EUA.

Tinham urgência no trabalho, prazo curto, no máximo 2 dias.

Ai está o resultado, um desenho simples e com um resultado legal. Trabalhei a ilustração e a parte gráfica.

Os Bastidores de uma HQ 02

Terça-feira, Outubro 02, 2007

Mais uma parte de uma das páginas da nova HQ da Família Cinturão Verde.

Uma notícia legal. Meu amigo Cedraz. teve divulgado no portal e também acho que no programa de tv apresentado pela Xuxa o seu site Turma do Xaxado e isso aumentou muito o acesso a sua página na rede.

Para conhecer um pouco mais desses personagens acesse os atalhos abaixo;

http://fotolog.terra.com.br/xaxado

www.xaxado.com.br

E a divulgação na Xuxa

Clique Aqui!

Os Bastidores de uma HQ

Sexta-feira, Setembro 21, 2007

Demorando um pouco para postar aqui, mas o tempo é curto. Bom, vou manter uma melhor frequência publicando algumas páginas da próxima revistinha da Família Cinturão Verde. Um pouco no lápis, um pouco no nanquim e tambem a cores, que aliás vai ficar por conta do meu amigo Mark Barbosa.
Valeu!!

Luz por Mark

Segunda-feira, Junho 11, 2007


Meu amigo Mark Barbosa é o autor desse belo desenho.

O personagem acima é o Luz Vermelha é de minha autoria ( Evandro Molina ) e o Mark como um bom amigo e de uma grande gentileza me presenteou com essa ilustração.

Agora fiquei em grande dívida com o Mark, fico devendo uma ilustração pra ele tembém.

Quem quiser conhercer mais trabalhos do Mark pode viistar o seu blog http://estudiomark.blogspot.com/

Obrigado a todos que aqui visitam.

Família Cinturão Verde 04

Sexta-feira, Junho 01, 2007


Já estou produzindo a nova HQ da revistinha número 04 da revista Família Cinturão Verde.

A revistinha que sempre aborda temas ligado a ecologia e meio ambiente é distribuida nas escolas de Cianorte no Paraná.

Por enquanto estamos produzindo uma por ano mas a meta é produzir mais de uma edição por ano.

Vou postar aqui algumas etapas da produção, esse dois quadros acima fazem parte da

Primeira página.

Com roteiros de Mauro Oliveira, adaptação, desenhos, cores e arte-final por Evandro Molina.

Obrigado pela visita!

Projetos

Sexta-feira, Abril 20, 2007


Alguns meses atrás iniciei esse projeto, mas infelizmente por enquanto não vai ser possível dar andamento. Mas fica aqui o resgistro de uma das páginas, logo mais coloco a página artefinalizada.

Revista Cinturão

Segunda-feira, Novembro 27, 2006




Os alunos do Ensino Fundamental (1ª a 4ª séries) na cidade de Cianorte no Paraná receberam a 3ª Edição da Revista "Família Cinturão Verde" - Aprendendo com a Natureza. Uma história educativa em forma de gibi ressalta a cidadania e a educação ambiental. Um gibi divertido onde as crianças aprendem brincando, noções de preservação e cuidados com o meio ambiente, enfocando o Parque Municipal Cinturão Verde que circunda a cidade de Cianorte.

Os personagens foram criados pelo desenhista Evandro Molina com a parceria do Professor e Escritor Mauro de Oliveira.

Desenhos, cores e adaptação para os quadrinhos de Evandro Molina
Argumentos, Mauro de Oliveira
Letra ( balões) e arte gráfica de Silvio Noronha
Com tiragem de 10 mil exemplares a cores.
 
   





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